O curso de Medicina da Unoeste Guarujá retomou nesta segunda-feira (26) as atividades do internato médico, etapa final e obrigatória da graduação que concentra a formação prática dos estudantes nos dois últimos anos do curso. A volta do internato marca o início de um período decisivo na trajetória acadêmica, em que os alunos intensificam o contato com pacientes e com a rotina dos serviços de saúde.

Considerado a fase mais próxima da atuação profissional, as atividades permitem que os estudantes consolidem conhecimentos teóricos, desenvolvam habilidades clínicas e adquiram experiência em diferentes cenários de atendimento, sempre sob supervisão de docentes e médicos preceptores.

Vivência prática

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Na Unoeste Guarujá, o internato se destaca pela forte integração com a rede de saúde da Baixada Santista. Os estudantes atuam de forma expressiva na atenção primária à saúde do município do Guarujá, além de passarem por ambulatórios de especialidades, hospitais de referência e serviços da saúde suplementar.

A formação prática é fortalecida por convênios com instituições estratégicas da região, como o Hospital Santo Amaro, a Santa Casa de Santos, o Hospital Casa de Saúde de Santos, o Hospital Irmã Dulce, o Pronto-Socorro Central de Praia Grande e o Hospital Infantil Gonzaga, garantindo uma vivência diversificada e alinhada às demandas reais do sistema de saúde.

De acordo com a coordenadora do internato, professora Sabrina Savazoni, a retomada das atividades segue um planejamento pedagógico cuidadosamente estruturado, com organização das escalas, períodos adequados de descanso e acompanhamento contínuo dos alunos.

“O internato é um momento decisivo da formação médica. Por isso, todo o processo é pensado para garantir não apenas uma ampla vivência prática, mas também segurança para o paciente e para o estudante”, explica.

A supervisão constante de docentes e médicos preceptores é outro diferencial do internato da Unoeste Guarujá. Esse acompanhamento próximo assegura a qualidade da assistência prestada e contribui diretamente para o aprendizado dos alunos, por meio da orientação técnica, da discussão de casos clínicos e do estímulo a uma prática ética e humanizada.

“Nosso internato é planejado para oferecer uma formação prática sólida, com supervisão contínua e condições adequadas para que o estudante aprenda com responsabilidade, desenvolvendo confiança e competência profissional”, reforça Sabrina.

Expectativa dos estudantes

Para os alunos, o internato representa a realização de um sonho e a consolidação da formação profissional. A estudante Marinêz Moura Alves da Silva, do 11º termo, destaca a expectativa pelo retorno às atividades práticas.

“Saudade e gana definem minhas expectativas. Saudade do contato direto com os pacientes e muita vontade de aprender, crescer e aproveitar ao máximo cada oportunidade dessa fase tão importante”, afirma.

Ela também ressalta a segurança proporcionada pela formação ao longo do curso. “Não poderia ter sido melhor. Sinto-me confiante para dar o meu melhor, aplicando tudo o que aprendi com profissionais extremamente capacitados da Unoeste, que foram fundamentais na minha formação”, completa.

Já o aluno Gabriel Henrique dos Santos de Faria, do 12º termo, vê o internato como a consolidação da trajetória acadêmica. “Encaro o internato como a etapa final da graduação, um momento de consolidar tudo o que foi construído ao longo do curso e de me preparar, com mais responsabilidade, para a prática médica”, diz.

Sobre os diferenciais da instituição, ele destaca a diversidade dos campos de prática e a presença dos preceptores. “A diversidade dos campos de prática e a presença próxima dos preceptores no dia a dia fazem muita diferença, especialmente nesse último ano, em que o aprendizado se torna mais intenso e aplicado à realidade profissional”.

A estudante Gabrielly Cristina Mattos da Silva, do 11º termo, destaca o internato como a fase de consolidação da formação. “Encaro esse período como a etapa de aplicar tudo o que foi construído ao longo do curso e me preparar para a prática médica”, afirma.

Segundo ela, a diversidade dos campos de prática e a proximidade dos preceptores fortalecem o aprendizado. “O internato será fundamental para meu amadurecimento profissional e para me tornar uma médica mais segura e empática”.