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Segundo informações da Prefeitura, os guardas faziam um patrulhamento pela Avenida Presidente Kennedy, no bairro Aviação, quando foram abordados por um casal desesperado pedindo ajuda. O atendimento rápido e correto salvou a vida da pequena Isadora.
Passava um pouco da 1h da madrugada quando os guardas Carla Maia e Rogério se depararam com um carro ocupado por um casal, em desespero, pedindo por ajuda. Imediatamente, a equipe parou e percebeu que eles estavam com a filhinha, de apenas 30 dias, engasgada.
A guarda civil Maia, que também é enfermeira, conta que a mãe estava bastante nervosa, mas conseguiu explicar que estava dando a mamada em casa quando a bebê engasgou, não chorava e apresentava dificuldade de respirar.
“Eu logo peguei a criança nos braços e ela já estava roxinha. Iniciei a manobra de desengasgo (Manobra Heimlich) e, por aproximadamente dois minutos ela não teve reação. Eu já ia iniciar a manobra de
ressuscitação (RCP), mas com a Graça de Deus, ela chorou. Foi um dos choros mais emocionantes que já presenciei”, disse a GCM.
Maia ainda observou que, pela experiência como enfermeira, o cenário de salvar vidas não é algo muito distante para ela. “Porém, salvar uma vida dentro de um hospital é diferente de quando nos deparamos com uma situação como essa, na rua”.
Passada toda a tensão inicial, os pais se acalmaram e os guardas explicaram que os levariam ao Pronto-socorro do convênio. Lá a bebê foi atendida e os pais informados de que ela estava fora de perigo.
Porém, a pequena precisou ficar em observação, sendo encaminhada para uma unidade de Santos, onde permaneceu internada.
O pai da pequena agradeceu aos dois guardas que realizaram o atendimento no momento em que ele se dirigia ao hospital com a esposa e a filha e resolveu acioná-los durante uma ronda. “Não tenho nem
palavras para agradecer o trabalho e parabenizar pelo que fizeram. Obrigado do fundo do meu coração. Salvaram a vida da minha filha”.
Gratidão também é o sentimento da guarda municipal Maia, ao lembrar daqueles momentos. “Agradeço a Deus por me capacitar e permitir que eu estivesse ali naquele momento e também à GCM, que capacita seus profissionais para os mais diversos tipos de ocorrência”.

Plantão Guarujá
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